
VERDADEIRA ROUBADA NO GUARUJÁ
Fui roubado na quinta passada dia 30 de abril na praia das Pitangueiras, Guarujá!!
Desde moleque, eu, meus amigos e a maioria dos surfistas de Sampa, vai ao Guarujá fazer o famoso "bate e volta" para surfar. O Guarujá é a melhor opção para a galera de São Paulo, pois tem várias praias com excelentes condições para o surf, e em pouco mais de uma hora de viagem, você já está com o pé na água. Estacionei meu carro na Av. Marechal Deodoro, a rua da praia nas Pitangueiras, próximo ao famoso restaurante Avelino´s. Desci para checar as condições do mar e decidi que ficaria por ali. O velho problema com a chave do carro, e as opções:
1) Esconder - E ficar esperto se tem alguém te "filmando", e ainda surfar encanadíssimo por alguém encontrá-la, seja onde for o seu esconderijo secreto.
2) Levar com você - E ficar o tempo todo conferindo o bolso ou a sunga com medo de perde-la.
3) Deixar aos cuidados de alguém - Que pode ser uma barraquinha, quiosque, prédio, banhista etc.
Escolhi a opção 3, deixei minha chave em um quiosque de sorvete, logo depois do Avelino´s. Fui recebido com um sorriso depois de pedir para guardar-la enquanto surfava. Apesar do carro ficar na avenida da praia, pra quem conhece as Pitangueiras, sabe que é impossível identifica-lo de dentro do mar. Quando voltei fui surpreendido com uma "historinha" muito mal contada, de que um surfista se passara por "meu primo", e com muita insistência, convenceu a mocinha do quiosque a entregar minha chave a ele, saindo tranqüilamente com meu carro.
Embora tivesse seguro, meu carro foi encontrado não muito longe dali, três dias depois, sem danos, apenas sem o radio e alguns pertences. Descobri na delegacia, poucos minutos depois, onde cheguei molhado apenas de bermuda e com a prancha na mão, que é uma prática comum em qualquer uma das três opções acima, e confirmei no pátio da policia, onde levaram meu carro, que o meu, era o décimo caso em quinze dias.
Fui muito questionado e zombado pela minha atitude inconseqüente em confiar na mocinha do quiosque, mas só eu sei como meu dia de praia e surf, de uma hora pra outra se tornou um verdadeiro pesadelo. Acreditar na versão dela ou não, é outra questão, quero apenas alertar meus companheiros de surf sobre esse fato constrangedor que passei, para quem sabe assim poder evitar mais ocorrências dessa natureza.
fica meu toque. abs Marcinho
Desde moleque, eu, meus amigos e a maioria dos surfistas de Sampa, vai ao Guarujá fazer o famoso "bate e volta" para surfar. O Guarujá é a melhor opção para a galera de São Paulo, pois tem várias praias com excelentes condições para o surf, e em pouco mais de uma hora de viagem, você já está com o pé na água. Estacionei meu carro na Av. Marechal Deodoro, a rua da praia nas Pitangueiras, próximo ao famoso restaurante Avelino´s. Desci para checar as condições do mar e decidi que ficaria por ali. O velho problema com a chave do carro, e as opções:
1) Esconder - E ficar esperto se tem alguém te "filmando", e ainda surfar encanadíssimo por alguém encontrá-la, seja onde for o seu esconderijo secreto.
2) Levar com você - E ficar o tempo todo conferindo o bolso ou a sunga com medo de perde-la.
3) Deixar aos cuidados de alguém - Que pode ser uma barraquinha, quiosque, prédio, banhista etc.
Escolhi a opção 3, deixei minha chave em um quiosque de sorvete, logo depois do Avelino´s. Fui recebido com um sorriso depois de pedir para guardar-la enquanto surfava. Apesar do carro ficar na avenida da praia, pra quem conhece as Pitangueiras, sabe que é impossível identifica-lo de dentro do mar. Quando voltei fui surpreendido com uma "historinha" muito mal contada, de que um surfista se passara por "meu primo", e com muita insistência, convenceu a mocinha do quiosque a entregar minha chave a ele, saindo tranqüilamente com meu carro.
Embora tivesse seguro, meu carro foi encontrado não muito longe dali, três dias depois, sem danos, apenas sem o radio e alguns pertences. Descobri na delegacia, poucos minutos depois, onde cheguei molhado apenas de bermuda e com a prancha na mão, que é uma prática comum em qualquer uma das três opções acima, e confirmei no pátio da policia, onde levaram meu carro, que o meu, era o décimo caso em quinze dias.
Fui muito questionado e zombado pela minha atitude inconseqüente em confiar na mocinha do quiosque, mas só eu sei como meu dia de praia e surf, de uma hora pra outra se tornou um verdadeiro pesadelo. Acreditar na versão dela ou não, é outra questão, quero apenas alertar meus companheiros de surf sobre esse fato constrangedor que passei, para quem sabe assim poder evitar mais ocorrências dessa natureza.
fica meu toque. abs Marcinho
2 comentários:
Caramba! Imagino como vc deve ter ficado! Já tive o rádio do meu carro roubado, e a sensação de invasão é terrível! Que bom que no final tudo deu certo e acharam teu carro! hehe
fui na sua apresentação no centro cultural, foi muito bom até comprei seu cd,para reforma da sua casa, brincadeira.Acompanho sempre seu trabalho sou musico, e gostaria de comprar a sua video aula,como eu faço, mail=rogeriosoliz@yahoo.com.br
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